Parlamentares discutem fatos ocorridos fora do plenário na última terça-feira
“Eu não acho democrático as pessoas empurrarem e passarem na frente de pessoas idosas, uns xingando e ameaçando outras pessoas. Uma idosa, por exemplo, chegou às seis da manhã e não pôde entrar porque furaram a fila e bateram nela. Coloquei assessores na fila e tudo está registrado em imagens", ressaltou Eduardo Moura. Ele criticou também o posicionamento de parlamentares da Câmara.
O vereador Carlos Muniz defendeu o trabalho realizado na Casa durante a votação e lembrou que as galerias e o pátio externo estavam lotados. “Moura não trouxe nenhuma prova na petição. Está requentando um assunto que não traz nenhuma novidade, só agressões à sociedade e às pessoas que estão aqui”, lamentou. “Essas pessoas envolvidas poderão mover um processo por ausência de provas”.
O vereador Luiz Eustáquio discutiu o assunto duas vezes. Primeiro ele ocupou a fila de apartes e, depois, a tribuna. O parlamentar disse que naquela terça-feira chegou às seis horas da manhã na Câmara e ficou apreensivo com o grande número de pessoas que aguardavam para entrar no plenário. “Vários vereadores viram que a minha preocupação era que quem chegasse, deveria entrar. Comentei com vários vereadores aqui dentro. Eu não tentei, de forma nenhuma, enganar ninguém”, destacou. “Eu fui ao secretário várias vezes. Depois, o presidente chegou e eu fui até ele e disse que tinha que deixar as pessoas entrarem. Eu não fui ali fazer confusão na fila”, complementou.
Em aparte, o vereador Thiago Medina reforçou que os apoiadores do prefeito do Recife furaram a fila para a entrada no plenário.
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Em 09.02.2026.