Câmara aprova requerimentos sobre a saúde mental dos servidores e a questão do lixo
Os requerimentos aprovados foram os de números 2344, 2345,2346 e 2347, todos de 2026. Respectivamente, eles pedem a realização da pesquisa citada pela vereadora; a execução do Programa Bem Estar na Educação; a formação anticapacitista destinada aos profissionais gestores das unidades de ensino e, por fim, a autorização para novas adesões ao Saúde Recife, que é o plano de saúde do servidor público municipal.
“O Programa Bem Estar na Educação conta com diversas atividades nas mais diversas áreas como fonoterapia, musicoterapia, entre outras. Mas não está funcionando. As filas de espera para atendimento têm atrasado de cinco a seis meses. O ideal é que a Prefeitura do Recife faça novas contratações de profissionais das mais diversas áreas, para que os servidores possam contar com esse programa”, defendeu Lina Cirne.
Em relação à formação anticapacitista destinada aos profissionais gestores da rede, ela disse que é fundamental para preparar as escolas para receber estudantes com problemas de cegueira, mobilidades, autismo, etc. Sobre a autorização para novas adesões ao Saúde Recife, ela disse que o plano de saúde dos servidores está congelado. “Precisamos de novas adesões e isso tem a ver com o tema saúde mental”.
Além dessas questões que dizem respeito à saúde mental do servidor, o vereador Felipe Alecrim acrescentou uma série de requerimentso que tratam da questão do lixo, e que estavam no bojo das solicitações apresentadas pela parlamentar. Foram os requerimentos de números 2101/2026, 2141/2026, 2142/2026, 2147/2026 e 2191/2026. Sobre as matérias, o vereador Felipe Alecrim (Novo) parabenizou Liana Cirne e defendeu que a Prefeitura fizesse um trabalho de manutenção, e que a população tivesse consciência ambiental.
“Há requerimentos que pedem a aplicação do projeto do programa ‘Tá Aprumado’ e sobre o acúmulo de lixo. Infelizmente, essa é uma realidade da nossa cidade e de qualquer bairro do Recife. Por onde você passa tem acúmulo de lixo”, disse. “E a gente precisa dividir essa responsabilidade do poder público e a responsabilidade da população. Além das coletas periódicas, a própria população continua realizando o descarte ilegal e aí onde entra o trabalho de conscientização”, ressaltou.
Alecrim defendeu que a Prefeitura precisa investir numa publicidade saudável. “Para conscientizar a população de que se houver o descarte irregular, o cidadão vai ser multado. E para incentivar a população a denunciar, aquela pessoa que denunciou ainda vai ter uma receita, a partir da multa aplicada. Nós precisamos de uma manutenção preventiva, de uma atuação objetiva por parte da Prefeitura, mas também a conscientização de parte da população que insiste em descartar o lixo de forma irregular”, salientou. “Essa é uma luta que vai além do paisagismo sugerido para a nossa cidade. Vai para a conscientização das pessoas, mostrando que o lixo ali atrapalha o escoamento da água”, finalizou.
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Em 11.05.2026