Lei proposta por Samuel Salazar torna Cine PE patrimônio imaterial
A lei municipal já está em vigor, uma vez que foi publicada no Diário Oficial do Recife no dia 7 de julho. A homenagem ocorre no momento em que o Cine PE completa 30 anos de existência e também um mês depois da morte do seu idealizador, Alfredo Bertini. Desde sua criação, o evento é reconhecido por formar plateia para o cinema brasileiro, abrir portas para realizadores pernambucanos, movimentar a economia criativa e valorizar o trabalho de artistas e técnicos nacionais.
Ao fazer a proposta do reconhecimento do Cine PE como Patrimônio Cultural Imaterial do Recife o vereador Samuel Salazar afirmou que o festival está consolidado um dos principais do país e é também o maior do Norte e Nordeste. É considerado, ainda, o mais popular do país. “Ao longo dessas três décadas, o Cine PE não sofreu interrupções, inclusive durante o período da pandemia da covid-19, quando foi realizado por meio de canal de TV por assinatura, mantendo seu compromisso com o público e com o setor audiovisual”, disse o vereador.
Realizado tradicionalmente de 2 a 9 de junho, o Cine PE tornou-se uma das maiores iniciativas culturais do Brasil. “Todas as regiões, por meio de produtores, diretores, técnicos, artistas, jornalistas e público que atuam na cadeia socioeconômica do audiovisual, reconhecem a sua importância cultural. O sucesso alcançado nesse tempo pode ser explicado pela presença expressiva e fiel do público, "Junto com o talento dos realizadores pernambucanos e com as políticas públicas voltadas ao setor, a presença do Festival nesses 30 anos é considerada como o terceiro alicerce que sustenta o bom momento do cinema local", concluiu Samuel Salazar.
Em 23.07.2026.