Múcio Magalhães defende porte de arma da GMR

Abrindo o pequeno expediente da tarde desta segunda-feira, 12, o vereador Múcio Magalhães (PT) discursou em defesa da assinatura do convênio do porte de arma entre a Guarda Municipal do Recife (GMR) e a Polícia Federal (PF). De acordo com o parlamentar, alguns servidores da corporação lhe procuraram e pediram seu apoio para contribuir também com esse debate que já veio à tona outras vezes na Câmara. “Nessa situação, a pedido de agentes que interagem com meu mandato, solicito do Poder Executivo Municipal um maior empenho no sentido de agilizar os procedimentos necessários, para a concessão do porte de arma de fogo”, disse.

Múcio Magalhães ressaltou as devidas atribuições da GMR destacando os serviços prestados a população do Recife, onde segundo ele, em muitas vezes os guardas são colocados em situações de riscos ocorrendo até alguns casos graves de lesão. Ele lembrou também ter estado sempre presente como aliado da categoria em várias solicitações, com o intuito de trazer melhores condições de trabalho e a valorização da carreira dos agentes que fazem parte da GMR.

“Aqui na Câmara Municipal foi aprovado, por unanimidade, um Projeto de Lei de minha autoria, que transformava em Lei as atividades e atribuições da Guarda Municipal, hoje estabelecidas em decreto. Infelizmente o projeto foi vetado pelo Executivo Municipal”, lembrou. O parlamentar ratificou ainda a realização de uma reunião desde o dia 5 de novembro de 2011, onde foram estabelecidas as diretrizes do convênio da Guarda. “Passados todos esses meses, expresso aqui a urgente necessidade de finalizar os procedimentos, que dependem agora apenas de vontade política do Poder Executivo Municipal”, cobrou.

Ao final do discurso, Múcio Magalhães enfatizou que o porte de arma irá criar condições mais seguras para o exercício das atribuições da categoria e disse que os companheiros da guarda estão passíveis de serem presos, caso usem armas sem o aludido convênio e na iminência de serem mortos, caso continuem exercendo suas atividades sem um mínimo de segurança.

 

Em 12.03.2012, às 16h35